sábado, 25 de dezembro de 2010

Merry xmas to you, baby.


Acho que as coisas costumavam ser melhores nos natais passados, ou talvez mais fáceis.
Eu só queria poder passar o meu natal ao seu lado sempre, eu não sei quando você começou a me fazer falta, eu sei que dói, eu sei que eu preciso de você aqui.
O natal costumava ser o meu feriado preferido, mas agora programas em família me cansam completamente.
E desde que você surgiu eu só penso em como te ter perto de mim, de alguma forma.
Bem que a noite de natal poderia ser realmente mágica, bem que podia ser verdade que papai noel existe, e me dar você de presente.

Feliz natal, aonde quer que você esteja.

m.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sixteen years.


Acho que quando você passa dos 15, realmente percebe que já não é tão nova assim, realmente percebe que deixou sua infância para trás faz um certo tempo.
Ontem me disseram "depois dos 16 você vai ver como sua vida vai passar rápido." Falta um dia para isso acontecer, será mesmo verdade?
Antigamente eu não ligaria se minha vida passasse rápido, até porque eu desejava isso, quando se é criança é tudo tão mais simples... Tudo o que eu queria era ser mais velha, rápido.
Agora já estou mais velha, e daqui pra frente é preciso ter coragem para continuar essa viagem pelo tempo. Muita coragem.

m.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Romance is real?


Que no final das contas os romances não sejam feitos apenas de "eu te amo" nos fins de tarde. Que os romances não sejam só palavras, meras palavras... Que seja bem mais do que beijos suaves no pôr-do-sol. Quando for dito"para sempre", que realmente seja.
Que ninguém tente descrevê-lo, pois o verdadeiro romance é impossível de ser descrevido.
Enfim, que apenas se ame.
A vida real é bem diferente disso, pelo menos para mim. Nunca tive a oportunidade de viver um romance de verdade. Os romances que vivi foram basicamente feitos de bons momentos, mas logo se tornaram decepções, e que hoje são apenas lembranças.
Faltou amor em todos os meus romances, e quando se falta amor, falta tudo.
Talvez na vida real os corações sejam partidos, e só.


m.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

My little collection of bad things.


Não espero que as palavras que eu digo ou escrevo, mudem alguma coisa.
Eu só preciso escrever, e colocar isso pra fora de algum jeito, preciso deixar minhas dúvidas e sentimentos arquivados de algum modo já que a minha cabeça não anda muito boa ultimamente.
Eu preciso aprender com essas palavras. Já aprendi muito, mas ainda tenho muito o que aprender.
Mas mesmo com toda essa aprendizagem que tenho pela frente, eu nunca quero perder o meu descontentamento com tudo, porque é isso que me faz querer mudar. Isso que me faz querer cada dia mais, acreditar que tudo vai dar certo.

No momento, coleciono decepções, coleciono despedidas, coleciono lágrimas. Mas em breve, tudo isso mudará.

m.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Se foi.


O ano está acabando, mas eu ainda não estou pronta para muitas coisas, principalmente para deixar pra trás isso que chamamos de lembranças.
Não mudei muito do fim do ano passado pra agora, e se mudei, não percebi. As mudanças se tornam apenas algo irrelevante, já que a essência é a mesma. Só mudou a intensidade com que sinto tudo isso.
As emoções continuam a ir e vir, apenas para deslocar algo do meu pensamento. De que adianta? Sempre volta mesmo...
Viver é mesmo muito complicado, não sei se estou pronta para isso. Não sei nem se quero estar pronta.

Ás vezes chego a pensar que a melhor solução é desistir de tudo. Ás vezes chego a pensar que eu não sei mais nada.

m.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cloudiness


Corre dentro de mim a certeza de que, se eu quiser mesmo chegar lá, eu dou um jeito e acabo chegando.
Só uma coisa é fundamental (e dificílima)

Acreditar.

Acreditar no sol mesmo quando ele não estiver brilhando.

Acreditar no amor, mesmo quando eu estiver sozinha.
Acreditar na verdade, mesmo quando o mundo parece estar perdido em um mar de falsidades.
Acreditar em Deus, mesmo quando Ele não atender as minhas preces.
Acredite, acredite, acredite... É isso que eu venho repetindo todos os dias para mim mesma, é isso que eu quero.

Mas o que fazer se sou como o céu nublado de hoje? Está nublado, no entanto, não chove.


Eu quero a chuva, mas não quero me molhar.

m.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um conto qualquer


Sabia que a dor ainda estava por vir, e que esses seriam os últimos dias naquele lugar. Há meses não passava um tempo na sacada, e aquele dia estava frio do jeito que gostava, o céu estava quase escuro, um pouco claro ainda.
Adorava aquela visão do infinito, as cores misturadas, os raios do sol incapazes de aquecer algo.

O vento trazia um cheiro de mato, que vinha do bosque ao lado, mas para ela, não era apenas cheiro de mato. Era cheiro de algo que não sabia o que era, porém, era o que ela precisava respirar, parecia-lhe vital.

Em poucos minutos o vento ficou mais forte, então buscou seu cardigã branco para se aquecer. Nem parecia Novembro... Nem parecia aquela semana que fez tanto calor...
A dor que viria, sufocava, mas de uma forma ou outra, ficar na sacada a tranquilizou um pouco, fez com que se libertasse um pouco de tudo.
Já havia escurecido completamente, e ela nem percebeu o tempo passar.
Então encheu o pulmão com um pouco mais daquele ar, se levantou da cadeira, sorriu e disse para si mesma: Acredite.
Nesse momento se sentiu tão forte, tão incrível, tão bonita, tão confiante, tão feliz... e já não pensava mais em dor alguma, e se a dor um dia chegasse, ela sabia que tinha em quem acreditar.

m.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

1/2

As vezes tudo isso parece maior do que eu posso suportar, parece que toda essa dor não cabe no mundo, e se não cabe no mundo, quem dirá dentro do meu coração, ou no caso, o que resta dele.
Metade, permanece intacta, com lembranças, dores, saudades, alegrias, tédio e tudo o que eu possa imaginar. A outra metade você levou pra junto de si, e nunca mais se preocupou em devolver, nem se quer me deu notícias de como é que está cuidando da tal coisa.
Sinceramente? Acredito que ela esteja no fundo de uma gaveta, daquelas que a gente só olha ás vezes, quando estamos a procura de algo.
E talvez um dia você venha a procurar por isso. Talvez sinta falta do que te fez feliz, ou talvez apenas sinta vontade de devolver.
Então você começa a procurar dentro da gaveta. Papéis, cds, canetas, um boletim antigo no qual as notas não são boas... E a tal coisa procurada? Sumiu.
Não adianta mais procurar, isso que procuras foi tomado por outra pessoa.
Ás vezes gostamos tanto de uma coisa, que na correria do dia-a-dia, na busca de um lugar para acomoda-la, acabamos jogando em uma gaveta qualquer.

E você, onde guarda as coisas importantes da sua vida?

m.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Inconstancy

Cansei de ouvir todo mundo dizendo que o amor machuca, faz sofrer e é uma coisa ruim.
Mas se o amor é tão ruim assim, porque é que ninguém sai dessa busca incessante por ele?
O amor não dói por si só, o que dói são as coisas que ele traz, mas é aquela espécie de dor que a gente pede pra sentir, que se acostuma com ela conforme o passar do tempo. E assim como qualquer coisa que estamos acostumados a ter, quando não tem, faz falta. E como faz.
Eu sinto tanta falta das dores que o amor provoca, e essa dor até que não machuca tanto quanto outras.
Eu vou dizer o que realmente machuca. O vazio machuca, a perda, a lágrima antes de dormir, a distância... É, o amor não machuca ninguém.
Essa minha pose blasé engana por fora, queria que também enganasse por dentro.
A dor do vazio é grande demais para eu poder suportar sozinha, divide-a comigo essa noite?

m.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

This is all I need


Nós dois somos os arquitetos do nosso destino, nós dois fizemos isso tudo acontecer, somos os únicos responsáveis pelo caminho que ainda temos pela frente.Muita coisa já aconteceu, muita coisa ainda vai acontecer. E eu agradeço por saber que não estou sozinha nesse caminho, eu tenho você ao meu lado. Mesmo que não te tenha presente sempre, há um laço que nos une nesse caminho sem fim chamado vida. E não é o tipo de laço que pode ser rebentado. Não é do tipo de laço que pode ser desfeito ou cortado. E embora tenha sido amarrado com força, ele não sufoca. Pelo contrário, nem vejo que ele existe, simplesmente está lá me unindo a você.E quem é você que consegue ser tão igual a mim e tão diferente ao mesmo tempo?Eu adoro o modo como você implica comigo e com as minhas manias, quando fica me mimando e dizendo que sou sua. E principalmente o modo como faz tudo parecer perfeito sempre.Chuva, frio, chá e você. É tudo o que eu preciso agora.

m.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

I just realised I like you


Eu e você. Tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo.
Eu com minhas opiniões formadas sobre tudo, você sempre tão revoltado e discordando de tudo que eu digo.
São caminhos tão opostos, seguimos rumos diferentes, tão perto e ás vezes tão longe.
Por vezes nossos caminhos estranhamente se cruzam, e levam sempre ao mesmo lugar, um certo ponto sem sinalização alguma, cheio de nevoeiro onde eu não posso ver mais nada.
Por medo, nós resolvemos sempre parar e voltar para onde nossos caminhos são se cruzavam.
E então dentro de mim continua o mesmo medo de ver o que há por trás das nuvens, e também a vontade de conhecer o que há ali, a minha curiosidade me move, mas só ela não é capaz de me fazer ver. Preciso de algo que só existe em ti, é algo diferente, é algo que nunca vi em outro alguém.
Eu não sei se o que eu vou ver vai ser um abismo, um campo florido ou apenas mais uma estrada sem fim. E nem me importo também, pois a partir de agora meu caminho anda junto do teu.
E só isso importa.

m.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lately, did you ever feel the pain?


Eu não posso explicar o quão doloroso é esperar por algo que nunca chega.
Eu não sei o que é, mas sei que preciso encontrar.
Então me dá vontade de sair por ai, dobrar esquinas, descobrir o que há por trás dessa grande nuvem chamada vazio.
Sinto vontade de ir pra um lugar qualquer, longe de tudo.
Pode ser um campo cheio de flores amarelas, onde faça um calor quase frio.
Queria me desligar um pouco dessa incessante busca pelo o que eu não sei o que é. Queria me desligar um pouco desse enorme vazio.

Maybe I just want to fly.

m.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

E desde quando você acha que sabe melhor de mim do que eu?


Não aguento mais essas pessoas que na falta do que fazerem, tentam me entender, e ainda tem a ousadia de achar que conseguem.
E então começam a me dar conselhos, a achar que entendem de alguma coisa e começam a dizer como eu deveria ser e agir.
Questionam os meus gostos, o meu modo de se vestir, o meu cabelo... E dizem que tudo isso deve mudar, dizem que eu deveria ser como as outras garotas, que eu deveria ser menos fria.
Será que eu sou fria só porque não saio por ai dizendo "te amo" pra Deus e o mundo? Caralho, te amo não é bom dia, porque ninguém entende isso?
Dizem também que eu deveria rir mais. Se eu não sinto vontade de rir, porque é que eu deveria fingir? Quando alguém ri demais, acredito que há algo de errado.
São nessas situações que eu posso ver claramente o quanto algumas pessoas são vazias. E sabe o que eu sinto? Pena.

m.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

With every heartbeat.


Blog completando um ano hoje, como o tempo passou rápido.
Na verdade não é o tempo que passa rápido, sou eu que estou cada vez mais atarefada em fazer nada, em ficar presa dentro dessa imensidão assustadora que há dentro de mim, e assim não percebo o tempo passar.
Dizem que quanto mais velho tu fica, mais o tempo passa rápido. Pelo visto estou ficando velha, porque eu não vi esse ano passar, as mudanças aconteceram sem eu perceber, a vida caminhou pra lugares distintos e longínquos, os sentimentos continuam os mesmos, mas com uma pequena diferença.
Acredito que antes, eu demonstrava mais do que sentia, hoje eu sinto com mais intensidade do que demonstro, acho que meus sentimentos se tornaram complexos demais para serem explicados, entendidos ou até mesmo quantificados.

Tudo mudou tanto, mas ao mesmo tempo ainda sou exatamente a mesma de um ano atrás. A mesma pele grossa ainda priva maior parte do mundo de saber como realmente eu sou,
Ás vezes acho que eu sei todas as respostas, e em outras acho que eu não sei absolutamente nada.

Quem eu sou? Quem eu quero ser? Eu não sei...
Mas uma certeza eu tenho, um dia eu encontro essas respostas.

m.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Just Words


Incrível o poder que certas palavras exercem sobre nós. Algumas nos faz rir, outras a gente não dá muita importância, outras nos surpreendem de tal forma que custa a acreditar que aquilo é verdade.
Há também, as palavras que nos causam dor, que nos deixam mal. É como se fossem punhais entrando pelos ouvidos, ou talvez doa mais que isso.

Acredite quando alguém lhe disser que as palavras têm poder. Elas têm sim, e muito. Talvez você não queira acreditar nisso, mas muitas vezes as palavras dizem mais do que as ações, e as ações acabam se tornando apenas consequência do que já foi dito.
E eu acho que em mim funciona assim, dizem que eu escrevo demais, e que faço pouco.
Não ligo, na escrita as palavras são bem mais bonitas. Até mesmo os meus confusos pensamentos se tornam belos, e isso em minha opinião, não é uma coisa ruim. Muito pelo contrário, é só com essas palavras que eu posso ser eu mesma.
Então deixe-me no meu mundo onde as palavras são tudo o que realmente importa. Sem críticas, sem medos, sem arrependimentos.

m.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Love? No. Not for me


Hoje chove e faz frio, é a semana em que o inverno se despede.
E a minha estação favorita não poderia ter achado uma maneira melhor de se despedir.
Sinto a liberdade em cada vez que respiro e encho meus pulmões desse ar úmido e gelado, e esse ar de liberdade é tão bom. Me parece tão vital. Cada vez mais, tenho certeza que é isso que eu estava procurando.

Não era um alguém que eu queria durante todo esse tempo, era algo mais, era esse gosto de poder fazer tudo o que eu quiser sem ter que dar satisfações á ninguém.

É, estou bem hoje, já não me importa esse tédio absoluto que me cerca, não me importa a falta de acontecimentos em minha vida e não me importa a minha não safisfação com tudo isso. Até porque acho que nem é tão ruim assim, é que eu invento a maioria dos problemas pra ocupar a minha cabeça, pra ocupar o meu tempo ou até mesmo o meu coração.

Vazio.


m.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Neuras do subconsciente.

Existe um breu, um vazio, uma placa, um imenso buraco negro e fundo impedindo com que os pensamentos aconteçam. Porque é tão difícil, fazer com que toda essa escuridão, se transforme nas ideias mais criativas?
Eu realmente não sei como, não sei o que escrever, não sei o que fazer para derrubar o muro da insegurança que não deixa os pensamentos surgirem.
Todos os dias, nada mais que um sol a brilhar, e uma monótona e continua rotina, de coisas, que nada me satisfaz, apenas são automáticas, e necessárias, e ao mesmo tempo não importam, pois para nada servem apenas estão lá sendo feitas.
Tudo isso, me faz ficar cada vez mais presa, por esse muro chamado insegurança, talvez porque tudo dentro de mim, seja difícil de ser compreendido. E desvendar esses profundos pensamentos dói. Ás vezes mais do que eu posso aguentar.
Os muros da incerteza, são chamados de neura do subconsciente, estão lá mesmo você não querendo, só para confundir, e acabar com tudo o que aconteceu de bom, e não há como acabar são as piores coisas que existe, nada é mais horrendo, do que essas vozes dizendo algo que você fez errado, se repetindo milhares de vezes na sua mente.
E essas vozes logo se transformam em gritos, e acabam fazendo com que eu fique surda, fazendo com que eu fique cada vez mais perdida nesse breu, nesse vazio, nessa placa chamada vida.
Talvez a única solução para isso acabar seja a morte, não existem caminhos alternativos, só existem dois: o sofrimento ou o fim. Eu sei, nenhum dos dois é bom, pois eles se igualam, mas ainda sim prefiro o sofrimento, prefiro a desilusão, prefiro a dor, afinal é tudo isso que ainda me mantém viva.

M. Benatti & M. Carvalho.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Wake me up when September ends.


Não gosto do mês de Setembro, não sei porque. Ta, talvez tenha um porque.
Parece que Setembro é uma dose pura e concentrada de todas as coisas que eu odeio.
É porque nunca acontece nada bom comigo nesse mês. Sinto uma energia ruim ou algo parecido. Pode parecer besteira minha, mas eu me sinto assim, e eu perco mais ainda a minha inspiração, pode fazer frio ou pode chover até o mundo se acabar em água que eu não consigo escrever algo que preste, essas palavras escritas aqui não são nada mais que as linhas de uma folha rasurada, escritas durante uma entediante aula.
Eu reclamo muito de tudo, de todos, e todo o tempo, coisa que me faz parecer uma velha. É estranho um mês ter tanta influência assim sobre uma pessoa. Eu fico surda com todos esses gritos que existem dentro de mim, e não há ninguém aqui que possa ouvi-los. Então eu coloco a minha máscara e finjo estar tudo bem, faço parecer que tudo saiu conforme o planejado, quando na verdade a minha vontade é de ir pra bem longe daqui.
Oito dias se passaram, agora só restam vinte e dois, talvez passe rápido. Ou não.

m.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Untitled.


Viver os meus dias tem sido uma doce mistura entre agoniante, irritante e ao mesmo tempo tão fantástico.
Acho que não poderia ser diferente, porque no fim tudo acaba incrivelmente acontecendo de forma positiva, mesmo após dias de sol escaldante, hoje amanheceu frio e isso me deixou feliz.
Eu sei, não é um grande motivo, mas o frio me faz bem, mesmo que hoje não tenha feito o frio que eu esperava.
Mas é assim mesmo nem tudo é como a gente quer e o clima não é algo que eu possa controlar, isso apenas o grande mestre lá de cima pode fazer. Porém, existem coisas que temos o poder de fazer acontecer.
E eu como pessoa preguiçosa que sou, estou sempre deixando tudo pra depois, e apenas reclamando por algo não ter saído como o planejado, e por conta disso estou sempre perdendo oportunidades.
Quantas coisas eu deveria ter dito quando me foi permitido, quando o universo estranhamente conspirava ao meu favor. Quantas chances de falar o que eu sentia foram perdidas apenas por mero orgulho. Quantos telefonemas deixei de dar, porque simplesmente me faltava a voz.
É, quantas coisas deixadas pra depois... O problema não é deixar pra depois, o problema é que ás vezes nos esquecemos que se o depois for muito depois, acaba se tornando tarde demais. E quando isso acontece, é tarde demais para fazer qualquer coisa.

m.


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Frases sem concordância.


Sabe, ás vezes eu começo a pensar, eu queria ter alguém para quem escrever.
Alguém que goste de olhar as estrelas comigo, que passe uma tarde toda ao meu lado apenas conversando, sobre todo e qualquer assunto que possa existir no mundo.
Alguém que entenda que se eu sou fria ás vezes não quer dizer que dentro de mim não exista amor, pelo contrário, existe sim, mais do que todas as pessoas possam imaginar.
Alguém que me ouça, que dê risada comigo, que chore comigo ás vezes, caso for necessário, que brigue comigo, quando eu tiver errada.
Alguém que tire inúmeras fotos comigo, apenas para eternizar os nossos momentos, alguém que tenha o poder de me levar a outros lugares, sem se quer sair daqui.
É, eu quero ter alguém, quero muito.
O problema é que esse alguém não existe ou simplesmente está distante dos meus olhos.
E enquanto eu não acho, eu continuo a olhar fotos, fotos que me fazem querer ainda mais o que parece estar tão longe do meu alcance.

m.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

I believe in heaven. And also believe in hell.


Dizem que a emoção mais forte e mais antiga do mundo é o medo, precisamente o medo do desconhecido. O medo de morrer é um deles.
Um medo avassalador diria eu, sutilmente construído através dos anos desde as primeiras civilizações.
Pra onde vamos? Céu e inferno, será que existem mesmo? Eu acredito neles.
Acredito que existem momentos de céu na terra, momentos que nos levam a outros lugares, momentos que nos dão a sensação de paraíso.
E como não há bem sem mal e vice-versa, vivemos nossos infernos diariamente na Terra, o inferno das paixões, da ambição, da busca e do medo que surja alguém para dizer que tudo acabou.
Morte, céu, inferno. Todas questões que ninguém sabe ao certo o que dizer sobre elas. E é por isso mesmo que surge o medo de morrer, a curiosidade em saber o que espera por nós ao chegar lá.
Mas uma certeza eu tenho, vou viver, viver intensamente até que um dia o leve sopro da morte me leve para bem longe daqui.

m.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Hapiness?


Muitas coisas vem acontecendo comigo, falta de inspiração é uma delas, mas isso não é novidade. A novidade é que eu estou muito feliz, é difícil eu ficar assim, e não há um motivo para isso, quer dizer, nenhum fato específico para essa tal felicidade.
Acho que eu nunca ri tanto como ontem e hoje, quem me conhece sabe que eu não sou assim, raramente dou risada de tudo.
Não sei se isso é bom, se estou apenas enganando a mim mesma ou talvez seja uma de minhas muitas fases.
Ah, mas quer saber de uma coisa? Não estou nem ai em classificar isso.
E sabe o que eu penso de verdade? Que eu deveria parar de pensar tanto, e apenas viver essa fase intensamente, e é isso que eu vou fazer daqui pra frente.
Fase boa ou ruim? Não sei e não quero saber.
Estou feliz, e isso é tudo o que realmente importa.

m.

sábado, 14 de agosto de 2010

Sorrir é diferente de rir.


Não sei ser falsa, não sei me aproximar de alguém por mero interesse. Não sei fingir, principalmente quando se trata de sentimentos.
Não sei fingir estar feliz. Não sei dizer eu te amo, sem amar.

Outra coisa que não sei é não ser eu mesma, não me importo se dizem que sou mau humorada, chata, ironica e mimimi.

Acho que cada um tem de mim o que merece.
Lembro de quando eu era pequena, crianças geralmente mentem muito, mas eu nunca soube mentir, e nunca acreditei nas mentiras que me contavam, talvez porque exista algo acima dos lábios mentirosos que é capaz de desmascarar qualquer um, os olhos.
A pessoa pode rir, fingir e até dizer que está tudo bem. Pode fingir tanto, ao ponto de enganar a si próprio, só que uma hora ou outra a máscara cai. E quando ela cai, ela se quebra, e por mais que tente colar os pedaços, sempre existirão as marcas.
Triste ou feliz, seja qualquer um dos dois mas nunca finja. Nunca.
m.

sábado, 7 de agosto de 2010

Viva o dia em que nada deu certo.


Sábado á noite em casa, sem fazer nada, uma coisa incomum para mim. Então escrever no blog e ouvir Oasis se torna o meu único passatempo.
Estou bem. Sem absolutamente nada pra fazer, com dor de garganta, meio dopada de tanto tomar remédios, mas bem.
Estou feliz apesar de tudo que vem acontecendo nos últimos dias, apesar de tudo nessa pequena cidade me cansar profundamente.
Mau humor? Será que isso existe? Se existe posso acrescentar isso a minha lista de coisas ruins de hoje.
Ás vezes eu só queria ter uma vida agitada, uma vida menos normal. Mas como não é bem assim, eu finjo que as coisas vão bem... Talvez esse seja meu problema, ficar enfeitando as coisas, fazendo com que tudo em minha vida seja tão fantástico, mas não é.
Não vejo nada de tão fantástico na minha vida, não sou uma estrela do rock como gostaria de ser, não sei voar, não tenho super força, não sou famosa, não sou a namorada do Lucas Silveira.
E talvez eu nunca venha a ser todas essas coisas, talvez eu continue sendo a mesma MayaraLarissa Benatti, mais conhecida como May, a menina que gosta de escrever.
Talvez tudo isso seja fantástico, e seja apenas questão de tempo para eu perceber.
Estou confusa, é. Mas por enquanto o "talvez" é tudo o que realmente sei.

m.





terça-feira, 3 de agosto de 2010

Memories, memories ...


Saudade é um estranho modo de trazer as coisas de volta, em forma de lembranças, que as vezes são tantas que já não cabem dentro do coração e dentro da cabeça. Lembranças de uma viagem perfeita, de um dia em que tudo deu errado mas que no fim tudo deu certo, lembranças de um amor de inverno, de um show inesquecível, de pessoas que você nunca mais irá ver, de tudo o que agora não passam de memórias, e nunca mais irão se repetir. E isso ocupa tanto tempo, mesmo quando você está ocupada fazendo todas as coisas do mundo e todas ao mesmo tempo. Então tenta se livrar disso de algum modo, porque isso pesa, quer arrancar isso de dentro de ti, e ás vezes a única maneira de se fazer isso é com as lágrimas. É como se cada lágrima fosse uma lembrança, que pouco a pouco vão caindo pelos olhos e assim se vão para sempre. E finalmente tudo volta ao normal, pelo menos por enquanto.

m.

sábado, 31 de julho de 2010

Complexo demais para ser entendido.


Todo esse tempo longe serviu para eu aprender a ver certas coisas com mais clareza. Me fez parar e ver onde estou, pensar onde eu quero chegar.
E eu nunca estive tão segura, tão certa do que eu quero, tão feliz por ser quem eu sou.
Enfim me escontrei, e mesmo não estando no meu lugar,pelo menos sei onde é o meu lugar. E é só questão de tempo para eu chegar onde quero.
Ainda não acredito muito em tudo o que aconteceu comigo nos últimos dias, sei lá, não caiu a ficha. Só sei que foi bom, muito bom.


m.

terça-feira, 20 de julho de 2010

00:00


A verdade é que a gente nunca percebe a falta que uma pessoa faz até que essa pessoa se vá.
A ausência dói, e dói mais do que qualquer outra coisa, é um vazio que nada nem ninguém nunca poderá preencher.
A ausência não é nada mais do que a presença viva da pessoa, seja em músicas, textos, cheiros ou qualquer outro vestígio que diga que não, não se foi.
E onde está você agora para decifrar meus confusos rabiscos?
Talvez, daqui uns dias tudo volte ao normal, talvez você volte. Afinal, já voltou tantas vezes... Mesmo após ter dito não haver mais volta.
Talvez com o passar das semanas tudo se resolva e dentro de mim carrego apenas a certeza de que tudo o que é verdadeiramente nosso nunca se vai para sempre.

m.

domingo, 11 de julho de 2010

Domingo, chuva, frio e saudade.


Algo aqui dentro congelou com a tua partida. Não sei se foi o meu coração, ou se foi a minha inspiração.
As palavras aqui escritas não são mais as mesmas, o ar que eu respiro não é mais o mesmo, a chuva que cai lá fora não é mais a mesma.
O frio está aqui, o vento gelado me lembra a palavra saudade, algo que eu sinto com tanta frequência há quase vinte dias.
Me sinto só, isso não é novidade. E a minha carência costuma piorar nos dias chuvosos.
Mas eis que algo
imprevisto aconteceu. O céu se limpou, a chuva se foi. Tudo se foi.
Não, nem tudo se foi, a saudade continua aqui firme e forte. E daqui ela não vai sair tão cedo.

m.


segunda-feira, 5 de julho de 2010

This isn't my place.


Sempre tive uma convicção profunda de que esse não é o meu lugar. Agora mais do que nunca isso aparece em meus pensamentos todas as vezes que fecho os olhos.
Nos meus sonhos é tudo tão confuso, é tudo tão estranho...
Talvez tudo isso não seja mais do que um de meus pesadelos, que acabam logo quando chega a manhã.
Talvez seja apenas uma fase da minha vida, uma fase muito complicada, um momento de transição pelo qual todos passam.
No entanto, por mais que esteja sendo difícil para mim todos os dias acordar e não ver graça em nada nessa cidade, eu sei que vai passar, tem que passar.
Mas enquanto não passa, continuo a procurar o meu lugar no mundo.

m.

sábado, 3 de julho de 2010

Again and again.


São todas essas lembranças que me fazem ver claramente, cada vez mais, que você continua aqui. E não vai sair.
São essas lembranças que me fazem reviver o mais conturbado passado.

Isso me assombra, isso me perturba.
Sumiu? Não. Ao dobrar a esquina deparo-me com o seu sorriso, é tão fácil me perder, é tão fácil me entregar...
Então eu começo a escrever compulsivamente como se tudo fosse acabar, aqui e agora. Como se tudo fosse se perder no mais infinito paradoxo entre o passado, presente e futuro.
É essa desventura que me leva a escrever. É isso que me inspira.
Mas sempre quando chega ao fim, releio tudo, e o que vejo muitas vezes não me agrada.
Então eu apago e recomeço. É como andar em círculos.

É como a reprise de um filme da sessão da tarde.

O mesmo começo, o mesmo meio, o mesmo fim.


m.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Fuck it. Yeah.


Você pode passar minutos, horas, dias, semanas ou mesmo meses, analisando uma situação, tentando juntar os pedaços novamente , justificando o que poderia ter acontecido, vendo de quem é a culpa na verdade, procurando alternativas para resolver as coisas ... ou você pode deixar tudo isso de lado e dizer: Foda-se.
Foda-se quem te apunhalou pelas costas. Foda-se todas as vezes que você pensou que era a pessoa mais importante para alguém que só existia na sua cabeça.
Foda-se as vezes que se apaixonou por alguém que partiu seu coração em mil pedaços.
Foda-se quem traiu a sua confiança.
Foda-se as mentiras.
Foda-se os professores e as suas grandes expectativas.
Foda-se os pais que pensam que sabem o que é melhor.
Foda-se qualquer coisa que interferir no caminho da sua felicidade.
Foda-se o ser humano, por errar e sentir emoções
.

m.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Mas veste algo quente...


Enfim chegou o inverno, minha estação preferida.
Meus lindos dias frios que tanto me dão inspiração para escrever.
Não podia deixar de fazer um texto para a minha estação preferida.
Vejo beleza nos dias frios, vejo beleza na névoa das manhãs dos dias frios, vejo beleza no vento gelado.
O inverno é mágico pra mim, ele tem o poder de congelar as coisas, tem o poder de fazer com que morram os sentimentos que me fazem mal, e por outro lado, ele conserva os sentimentos que eu julgo serem bons para mim.
É a época em que mais penso na minha vida, a época que mais penso em minhas escolhas.
Existe algo além do frio no inverno, existe algo além da névoa nas manhãs, algo além do vento gelado.
Só tem uma coisa que deixaria o meu inverno ainda melhor: Neve. Mas como estou no Brasil, devo contentar-me com um frio não tão frio assim, que mesmo não sendo do jeito que eu esperava, me faz sorrir.
Existe algo muito esplêndido no inverno, que só quem é como eu, sente e sabe o que é.

m.

sábado, 19 de junho de 2010


Ás vezes eu só queria fugir pra bem longe daqui.
Qualquer lugar serve quando não se sabe onde ir. E eu só queria descobrir o que sinto na verdade.
Creio que um tempo longe de tudo fará eu enchergar com mais clareza tudo isso que me assombra, tudo isso que está me fazendo tão mal.
Eu só queria ter a mesma confiança de antes, a mesma segurança de antes, queria que as coisas voltassem a ser as mesmas.
Onde está aquela garota tão segura? Onde está a garota que não se importava com nada além dela mesma?
Não me conheço ultimamente, eu não sou assim, realmente essa não sou eu.
Eu não sei de mais nada... Eu não sei o que estou escrevendo, eu não sei onde ir, eu não sei em quem confiar.
A única certeza que tenho é de que um dia tudo isso passa, e eu poderei respirar aliviada novamente.

m.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Quem espera sempre alcança?


Reflexões sobre a vida me assombram constantemente, aliás, sombra é um termo muito oportuno no momento. Hoje, me descreveria como uma criança ingênua, que fica tentando pisar na ponta da própria sombra coisa que hoje, eu sei que é impossível, pois bem, baseando-me nisso começo a pensar, por que nós insistimos em fazer coisas que são impossíveis? Por que persistimos tanto em coisas tão falhas que após um tempo se tornam tolas e bobas? Bom, acho que se eu tivesse a resposta pra essas duas perguntas que aparentam ser tão simples eu não viveria tão confusa com toda essa loucura que denominamos vida.

Essa duvida que me persegue incessantemente pelo trajeto em que percorro parece não ter um fim, e muito menos um propósito. Afinal de contas que proveito poderei tirar de uma da qual eu não encontro a resposta? O velho ditado de quem espera sempre alcança? Ou talvez quem sabe que o tempo me dirá as respostas? Creio que não, e mesmo que fosse assim, eu não quero e muito menos tenho tempo pra esperar. Eu vivo agora, eu sonho agora, eu quero agora. O único problema é que eu não consigo, e por isso persisto nesse mesmo erro, na constante busca por respostas que parecem simplesmente quererem desaparecer.


Emilli Cominato.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

I hate much all that.


Depois de tudo o que eu já passei em minha vida, prometi a mim mesma que nunca mais a minha dor seria maior do que o meu orgulho.
Por mais que me doa a sua ausência, não eu não vou correr atrás.

Você sempre faz as coisas pelo modo mais difícil.
Quando você voltar, talvez eu já não esteja mais aqui pra te acudir, cuidar dos seus erros fúteis, fazer você sorrir. Você sempre foge quando pode. Você sempre volta atrás, quando não dá mais para aguentar. Sempre com as mesmas desculpas.
Que você não prestava eu já sabia, só não sabia que era tão falso assim.
No final as pessoas sempre se mostram meramente iguais as outras. Fique com as suas mentiras, fique com as suas desculpas que não enganam a ninguém. E eu errei em deixar tudo tão fácil para ti.

m.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Esperar, esperar e esperar...


Porque a hora parece não passar quando esperamos algo?

Ao mesmo tempo em que eu quero que a hora passe rápido, eu não quero que passe. Eu não quero que as coisas mudem, não quero perder isso de novo, não quero me sentir mal de novo.

Apesar de que hoje já acordei me sentindo mal, não quis comer nada, não queria ir á escola, fui apenas porque tinha duas provas.

Hoje não vi graça nas coisas, não vi graça em nenhuma música, não vi graça nem nas fotos mais bonitas. Não vi graça no sol, nem nas árvores, nem no vento. Não vi graça nas pessoas também.

E cadê você? Porque você sempre some? Porque promete coisas que não pode cumprir?

É bem mais cômodo sumir do que enfrentar as coisas. Eu sei.

Eu estou com medo de tudo isso, estou com medo de sofrer... Tantas perguntas se passam pela minha cabeça. Tantas dúvidas.

Será que posso mesmo confiar em você? Sinceramente, eu estou com muito medo do que vai acontecer.

E enquanto as coisas não se resolvem, eu continuo a esperar...


m.

domingo, 13 de junho de 2010

Pra quê? Por quê?


Durante toda a semana do dia dos namorados observei as lojas, e dentro delas todos aqueles corações. Na TV todas aquelas propagandas falando do dia dos namorados. Para mim, que nunca tive um dia dos namorados acompanhada, é um dia comum como os outros, sem importância alguma. Durante boa parte dessa longa semana, tentei fugir de tudo isso, fugir desses corações que vinham de todas as direções, dos mais diversos tamanhos e cores.
Tentei a semana inteira entender o porque de existir um dia dos namorados.
Como uma amiga me disse esses dias: Não deveria existir dia dos namorados se nem todos podem comemorar esse dia.
Mas foi ontem, no dia dos namorados, que percebi a importância desse dia, foram nos últimos minutos, pouco antes da meia-noite, que meu dia dos namorados valeu bem apena.

m.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Make a wish.


Faça um desejo.

Sonhe, sonhe alto. O mundo precisa de pessoas que sonham alto.

Afinal não somos nada se não tivermos sonhos, se não quisermos melhorar em algo, se não tivermos um ideal em nossa vida.

Mas muitas vezes temos medo de sonhar, temos medo das decepções que vem caso o sonho seja apenas sonho e nunca aconteça de verdade.

E esse é o problema da maioria das pessoas, ter medo de sonhar, ter medo de sair da mesmice de suas vidas.

Mas sonhar às vezes faz bem, feche os olhos e faça um desejo. Peça o que você sempre quis, mas peça para que aquele sonho mais louco aconteça.

O universo conspira a nosso favor, basta você fazer a sua parte. Tudo pode acontecer.

Faça um desejo hoje.


m.

segunda-feira, 7 de junho de 2010



Cada vez mais acredito que algumas pessoas não merecem meu respeito.
Sinceramente, o que leva uma pessoa a maltratar animais?
Não sei, não consigo entender, não entra na minha cabeça o porquê de uma atitude dessas.
Animais são seres vivos como nós, sentem dor também, e em minha opinião são mais racionais do que certos seres humanos.
Pessoas que maltratam animais deveriam passar o resto de suas vidas sendo maltratados também, deviam sentir na pele a dor e o sofrimento.
Eu tenho uma paixão inexplicável por animais, principalmente por cachorros. Existem outros seres que nos ensinam mais do que os animais?
Lembro-me até hoje de quando eu chegava em casa, podia fazer sol, chuva, frio, calor... Mas meus cachorros sempre iam me encontrar no portão, sempre abanando o rabo. Nunca se importaram se eu estava bonita ou feia, triste ou feliz, simplesmente estavam lá.
Todos nós devíamos ter esse lado dos cachorros. Pois um cachorro não se importa com o que você é por fora, ele está sempre ao seu lado independente do que acontecer.
Ainda temos muito que aprender, e quem sabe os nossos professores sejam os animais. Porque eles sim olham para o que realmente importa.


m.


segunda-feira, 31 de maio de 2010


Há alguns dias foi pedido a mim um texto sobre amizades. Então aqui está ele:
Quando todas as portas se fecham, quando os amores vão embora, quando o mundo parece estar girando ao contrario, quando tudo perde a cor, quando você acha que não vai suportar... Existe algo que te traz esperança, existe algo que te faz acreditar que vale apena, existe algo que coloca tudo no lugar. Isso se chama amizade. Existe algo maior que isso? Existe algo melhor que uma amizade verdadeira? Creio eu que não. Muita gente acredita que não existam mais amizades verdadeiras, mas eu já tive provas de que existe. O que muita gente tem, é a visão errada do que é amizade. Amizade não é chamar de "amiga" uma pessoa que você mal conhece. Amizade não é dizer "te amo" para uma pessoa apenas por interesse. Amizade não é algo em que você só está com a pessoa em festas e em momentos felizes. Amizade verdadeira mesmo é aquela que não acaba nos momentos ruins, é aquela em que você sabe que apesar de todos os desentendimentos, nunca vai ter um fim. Amizade é saber guardar um segredo, é dar conselhos quando a outra pessoa precisa, é chorar só pelo simples fato de ver o (a) amigo (a) triste. Agradeço a Deus tantas vezes por ter em minha vida as pessoas que tenho. Não vou citar nomes, não caberiam todos aqui. Mas eu dedico esse texto a todos os meus amigos, aqueles que eu sei que vão estar lá na hora certa, no lugar certo, quando eu precisar. Aqueles que riem comigo, que fazem as maiores bagunças comigo, aqueles que deixam a minha vida mais feliz pelo simples fato de estarem presentes nela, aqueles que eu confio de olhos fechados, que me conhecem melhor do que eu mesma... Alguns eu conheço faz anos, outros apenas meses, mas grandes amizades não precisam de um grande tempo para se tornar absolutamente tudo na vida de alguém. Posso dizer que eu sei bem o que é uma amizade verdadeira.


m.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ostenta ser feliz.


Pouco mais de meia-noite e eu aqui nesse quarto vazio, enquanto a cidade se diverte eu fico a rever cenas que me ocorreram em um passado bem próximo.
Às vezes me sinto tão boba, por ter algumas atitudes.
Me sinto boba por perder oportunidades, por ser tão acomodada em meu mundo.
Eu to sempre achando que são as pessoas que devem vir até a mim, e sempre isso acaba acontecendo. Mas ultimamente a verdadeira pessoa que eu quero ao meu lado está cada vez mais se afastando.
No silêncio desse quarto vazio, consigo relembrar tua voz, e isso me dá motivos pra sorrir.
Me desculpe por estar agindo dessa maneira, eu só tenho medo de te perder, assim como já perdi outras pessoas.
Tenho tanto medo do que ainda vai acontecer com a gente...
Parte de mim diz para eu deixar de lado essas bobeiras e não me preocupar com o futuro, deixar que o destino se encarregue de tudo.
Quero deixar esse medo de lado, quero ver apenas as coisas boas como tenho feito a maioria das vezes, mas tem uma hora que o lado ruim acaba aparecendo. Pode estar no melhor esconderijo, pode estar onde ninguém imagina, mas uma hora aparece. E eu acabei de encontrá-lo.
Descobri que isso que eu chamo de lado ruim, estava mesmo no melhor esconderijo, no lugar que eu menos conheço. Estava o tempo todo dentro de mim mesma.
Mas daqui pra frente, eu juro esquecer esse lado ruim, eu juro tentar ser essa pessoa feliz que eu ostento ser, eu juro tentar te entender mesmo quando você tiver atitudes incompreensíveis.
Eu sou os ventos gelados, eu sou os dias chuvosos, eu sou o escuro, eu sou o frio. Mas amor dentro de mim eu tenho, só ainda não sei muito bem como usá-lo.



m.

quinta-feira, 27 de maio de 2010


Nunca mais sequer falei contigo.

Não sei se estás bem, não sei se ainda pensas em mim.

Será que fui algo pra ti? Sinceramente acredito que não.

Fui mais uma no teu jogo de mentiras e doces ilusões.

Durante todo esse tempo, quase um ano desde a tua partida, tudo o que eu fiz foi procurar o motivo do nosso fim.

Onde foi que eu errei? Porque você fez isso comigo?

Você me fez chorar mesmo sabendo o quanto eu te amava.

Acho que é só da sua natureza, mentir, enganar, iludir.

O errado é você, não eu. E é nisso que eu tento acreditar todos os dias.

m.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Adoro quando chove.


Adoro quando chove e eu não tenho nada pra fazer. Gosto de olhar pela janela do meu quarto a cidade molhada, gosto de ver os inúmeros guarda-chuvas das mais diversas cores. Para muitos os dias chuvosos são feios, sem graça e até tristes. Mas existe melhor coisa que um dia assim para ficar em casa escrevendo? Para mim não. Então vou deixar que a chuva lave a minha alma, que leve embora tudo aquilo que não me faz bem. Eu quero o céu nublado, eu quero a chuva, eu quero o frio.

m.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Incrível o modo como me sinto totalmente fraca perante determinadas situações.
Sinto-me fraca por me apegar tanto às pessoas, por não ter forças de abandonar tudo isso.
Por ceder tanto ás vezes, talvez por medo ou insegurança.
Sei controlar tudo a minha volta, inclusive algumas pessoas. Mas nunca consegui controlar os meus próprios sentimentos.
Queria ter uma varinha mágica e poder apagar certas coisas de dentro de mim, apagar o que sinto por ti...
É bom o que sinto, mas ao mesmo tempo é ruim, eu não queria me apegar de novo, não quero sofrer de novo, e eu já sei bem o fim que tudo isso vai ter. O conto de fadas é o mesmo, a princesa é a mesma, até mesmo as promessas são as mesmas. A única coisa diferente é o príncipe, que muitas vezes demonstra ser um sapo, ou um ogro.
Será que esse conto de fadas acabará como os outros? Ou será que esse terá o famoso “felizes para sempre”?
É nisso que penso todas as noites, é isso que eu tento entender.
Sinto-me fraca. Fraca por saber lidar com palavras, mas não saber lidar com meus próprios sentimentos.

m.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Se pudéssemos viver sem o amor, talvez saberíamos o que é sensatez, teríamos paz e até nos seria poupado boa parte do sofrimento.
Não haveria desilusão, não haveria aquela aflição em saber onde está a pessoa, o que ela está fazendo, se sente o mesmo por ti...
Ás vezes dói mais do que conseguimos aguentar.
Por quase um segundo chego a pensar que tudo isso é em vão, mas o que seríamos sem tudo isso?
Seríamos como quartos vazios. Vazios, úmidos e escuros.

Essas coisas ruins e boas que só o amor nos proporciona, faz parte da vida de todo mundo, de alguma forma.

Não existe vida sem amor. Afinal o que justifica todas as palavras aqui já ditas por mim?


m.

sábado, 8 de maio de 2010

Ansiedade.

Contando os tiques do relógio para te ver...
Há muitos rabiscos em meu caderno e todos são para ti.
Teu texto já está pronto, e eu me pergunto: Será que essas palavras chegarão aos teus ouvidos? Será que irão surtir em ti o efeito que eu espero?
Não vou torcer para que aconteça, não vou pedir para que aconteça. Mas vou fazer valer à pena quando acontecer.
" Em cada verso só pra ti eu vou cantar, cada palavra que eu expresso visando te agradar, não é o bastante pra tu perceber quão grande é o meu amor... ♪ "

m.